InícioFAMOSOSEx de Dinho, do Mamonas, celebra sucesso vendendo orquídeas

Ex de Dinho, do Mamonas, celebra sucesso vendendo orquídeas

Valéria Zopello era noiva de Dinho, vocalista dos Mamonas Assassinas, quando o trágico acidente tirou a vida da banda. Vivendo uma vida longe dos holofotes, a empresária comemorou a abertura da primeira loja física de seu orquidário.

“Paixão virou meio de vida”, declarou a mulher no Instagram. Ela tem um orquidário na Serra da Cantareira, em São Paulo, e abriu uma loja física em um shopping da capital.

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A fotógrafa foi às redes sociais nessa quarta-feira (3/1) para falar sobre o cantor

E relembrou a relação com o cantor e como foi a sua vida após a tragédia
Logo no início de seu texto, a profissional disse que não se sente na obrigação de "dar satisfações" sobre sua vida pessoal
mas que fez a publicação por conta do carinho que recebe há quase 30 anos e que é uma pessoa normal
Valéria contou que é feliz hoje em dia, que ainda pensa em Dinho, mas que não vive mais o luto
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Quando os integrantes dos Mamonas Assassinas morreram, em 1996, Dinho estava noivo de Valéria Zopello.

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A fotógrafa foi às redes sociais nessa quarta-feira (3/1) para falar sobre o cantor

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E relembrou a relação com o cantor e como foi a sua vida após a tragédia

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Logo no início de seu texto, a profissional disse que não se sente na obrigação de “dar satisfações” sobre sua vida pessoal

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mas que fez a publicação por conta do carinho que recebe há quase 30 anos e que é uma pessoa normal

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Valéria contou que é feliz hoje em dia, que ainda pensa em Dinho, mas que não vive mais o luto

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Valéria Zopello, após a morte dos integrantes da banda, em março de 1996 após acidente aéreo, trabalhou como modelo, atriz e foi piloto de automobilismo. Ela vinha se dedicando à fotografia.

Em janeiro deste ano, ela voltou a falar sobre o Dinho, disse que estava feliz e que ainda se lembrava do ex-namorado.

Se sigo guardando o luto? Com certeza não! O luto deve ter prazo de validade para conseguirmos seguir em frente, que é o que as pessoas que nos amam e partem nos desejam. Não me sinto na obrigação de ‘dar satisfações’ sobre minha vida, mas em nome do carinho que recebo há quase 30 anos, de forma tão gratuita e genuína, resolvi me manifestar sobre tudo isso”, declarou.

Ex-noiva de Dinho, dos Mamonas Assassinas, abre coração sobre o cantor

Quando os integrantes dos Mamonas Assassinas morreram, em 1996, Dinho estava noivo de Valéria Zopello. A fotógrafa foi às redes sociais nessa quarta-feira (3/1) para falar sobre o cantor e relembrou a relação com ele e como foi a sua vida após a tragédia.

Logo no início de seu texto, a profissional disse que não se sente na obrigação de “dar satisfações” sobre sua vida pessoal, mas que fez a publicação por conta do carinho que recebe há quase 30 anos e que é uma pessoa normal. “Tive uma história de vida intensa, bem vivida, mas isso não torna quem eu sou por dentro ‘especial’ ou ’em luto eterno’ ou que me leve a tomar decisões fora do comum”, escreveu.

Na sequência, a fotógrafa falou sobre o seu envolvimento com Dinho. “Namorei um dos homens mais lindos, talentosos, desejados e engraçados do Brasil. Sim, nosso amor sempre foi verdadeiro e fortíssimo, e o levarei comigo eternamente como o Amor deve ser”, declarou.

Valéria ainda relembrou a fama que teve quando namorou o cantor e disse que prefere manter sua vida particular. “Fui extremamente famosa, mas saibam que a fama é efêmera, e que tem ônus e bônus. Hoje sinto um alívio imenso por não precisar mais expor minha imagem e que usufruo desse direito, mantendo minha vida particular o mais privada possível. Não me agrada mais a exposição extrema”, detalhou.

A ex-noiva de Dinho contou que nasceu na Serra da Cantareira e que lá “é o seu lugar”. “Não moro no local do acidente. Eu nasci na Serra da Cantareira e aqui é meu lugar. Não vendo flores no local do acidente, mas tenho um orquidário e atendo a minha região com plantas lindas e que me trazem um prazer enorme”, pontuou.

Já ao final de seu texto, Valéria Zoppello expôs que ainda pensa no cantor. “Se sou feliz? Claro! Se ainda me lembro do Dinho? Óbvio! Se sigo guardando o luto? Com certeza não! O luto deve ter prazo de validade para conseguirmos seguir em frente, que é o que as pessoas nos amam e partem, nos desejam”, encerrou. Confira a publicação completa aqui.

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